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Archive for Novembro 2012

VUMBORA se pintar


Nos dias 1 e 2 de dezembro na sede do  MUSAS começaremos  uma brincadeira com cores, e açúcar, seguindo programação do VISIO pontos, e em homenagem ao holi,  saiba mais sobre a festa original
segue a programação  Museu de Street Arte Salvador (MUSAS) apresenta durante o Festival de Artes Visuais:

Dias 01 e 02 de dezembro (sábado e domingo)
Entrada franca

Programação:

09:00 live paint em uma das casa com o tema "lugar prometido"
12:00 pausa para o almoço sugerimos almoçar na própria comunidade, necessário a prenotação)
14:00 petit holy celebração das cores (faremos uma pequena alusão ao festival indiano das cores o HOLY, utilizando tinta de maquiagem para pintarmos uns aos outros)
15:00 banho coletivo na prainha do MUSAS
16:00 workshop: como usar o spray na prática artística.
17:30 chá das 5 (daremos agua quente e saches de chá, incentivamos que cada um traga o seu cha predileto).
Obs: durante todo o dia a galeria estará aberta com a expo "STENCIL de Clara Domingas - Cabaio - Iel"


HOLI ou Festival das Cores é um festival realizado na Índia todos os anos entre fevereiro e março, que comemora a chegada da Primavera. Neste dia, as pessoas atiram tintas das mais diversas cores umas às outras, com muita bebida, comida e música. Essa brincadeira começa quando crianças atiram as tintas aos pais e irmãos sendo que, no final, todos estão completamente pintados. Holi, também chamado de Festival das Cores, é um popular festival hindu Primavera observado na Índia, Suriname, Guiana, Trindade, Reino Unido, Ilhas Fiji e no Nepal. Em Bengala Ocidental da Índia e do Bangladesh, é conhecido como Dolyatra (Doljatra) ou Boshonto Utsav ( "Festa da Primavera"). O principal dia, Holi, também conhecido como Dhulheti, Dhulandi ou Dhulendi, é celebrada por pessoas jogando pó colorido e cor da água em si.As  pessoas se comprimentam dizendo “Holi Hai”. Fogueiras são acesas na véspera, também conhecido como Holika Dahan (morte de Holika) ou Chhoti Holi (pouco Holi). As fogueiras estão acesas em memória das milagrosamente escapar que os jovens tinham quando Prahlad Diaba Holika, irmã de Hiranyakashipu, levado-o no fogo. Holika foi queimado, mas Prahlad, um fiel devoto do deus Vishnu, escapou sem ferimentos devido a sua inabalável devoção. Dahan Holika é referido como Kama Dahanam em Andhra Pradesh. Holi é comemorado no dia de lua cheia do mês de Phalugna ou Falguna (Phalgun Purnima), que geralmente cai na parte posterior de fevereiro ou março. Em 2009, Holi (Dhulandi) está em 11 março. Dahan Holika e está em 10 março. No dia 11 de Março de 2009, o festival Holi foi homenageado na página principal do site de relacionamentos orkut. Rangapanchami ocorre poucos dias mais tarde, em um Panchami (quinto dia da lua cheia), marcando o fim das festividades que envolvem cores

  História e Significado Krishna, Radha e Gopis. Os historiadores contam que o Holi antecende em muitos séculos o nascimento de Cristo e são muitas as lendas que explicam o seu aparecimento, em geral remetendo ao temível Rei Hiranyakashyap. Muito vaidoso, ele queria que todos no seu reino o venerassem, mas foi justamente o seu filho Prahlad quem resolveu adorar uma entidade diferente, chamada Lord Naarayana. Hiaranyakashyap combinou com a sua terrível irmã Holika, que tinha o poder de não se queimar, que ela entraria numa fogueira com Prahlad em seus braços para matá-lo. Mas Holika deu-se mal porque ela não sabia que o seu poder de enfrentar o fogo seria anulado quando ela entrasse na fogueira acompanhada de outra pessoa. Lord Naarayana reconheceu-a bondade e devoção de Prahlad e salvou-o. O festival, portanto, celebra a vitória do bem contra o mal e o triunfo da devoção.[1] A tradição da queima Holika ou o "Holika Dahan" vem principalmente a partir desta lenda. Apesar de esta ser uma festa colorida, existem vários aspectos de Holi, o que o torna tão importante para a cultura da Índia. Embora possa não ser tão evidente, um olhar mais atento e um pouco de pensamento revelará o significado do Holi em mais formas do que aquilo que simplesmente se vê. Holi celebra também a lenda de Radha e Krishna, que descreve o extremo prazer que Krishna teve na aplicação de cor sobre Radha e Gopis. Esta brincadeira de Krishna mais tarde, tornou-se uma tendência e uma parte das festividades do Holi.[1]



Teste Musas pre Holi




Por nao encontrar piguimento de cor como na india a equipe musas acabou por experimentar inumeras tintas, tintas de minguau, tintas de hidratante tintas de frutas ate que chegamos as tintas de açúcar, e fizemos esse pequeno teste para dar cor a brincadeira

tinta feita com açúcar e anilina.

Pierre Verger - O francês baiano

Descrição

Pierre Verger - O francês baiano é um documentário sobre a vida e a obra do antropólogo e fotógrafo francês Pierre Verger. Radicado na Bahia, Verger se encantou pelas tradições de origem africana como o candomblé, a capoeira e a vida dos pescadores se tornando um dos primeiros estudiosos a trazer para a linguagem escrita a tradição oral do candomblé.
Embora se declarasse ateu, era iniciado na religião de matriz africana, onde ocupava o cargo de Ojú Obá – Olho do Rei, no Ilê Axé Opô Afonjá e era conhecido como Fatumbi, título recebido na África, que significa nascido pelo Ifá – Oráculo do Búzios.


Vale a pena uma olhadinha no site da fundação http://www.pierreverger.org/

Outro documentário muito bonito sobre o fotografo

Doc Arte No espaço
Quando o assunto é a relação que a Bahia tem com a África, Pierre Verger é uma das referências mais representativas. O documentário Arte no Espaço prestigia a vida e obra do fotógrafo, utilizando declarações daqueles que conviveram com ele ou que seguiram seus ideais. Amigos, membros do Espaço Cultural e da Fundação Pierre Verger, além de estudiosos como o historiador Cid Teixeira, enriquecem o vídeo relembrando situações, ressaltando a importância de seu trabalho, mostrando como Verger orientou sonhos e despertou o reconhecimento e identificação de pessoas com a sua própria cultura.
Ponto de destaque no documentário é o Espaço Cultural Pierre Verger, que tem como um de seus objetivos a continuação do trabalho de Verger, através de oficinas que têm por temática maior a arte e a educação.

Roteiro: Caroline Fantinel e Igor Souto | Direção e Produção: Caroline Fantinel | Cinegrafista: Ivanildo Silva | Edição de Vídeo: Eugeniusz Kowalski e Igor Souto | Edição de Áudio: Marcos Franco

8ª Caminhada pela Vida e Liberdade Religiosa e ato lúdico no Dique do Tororó




Religiosos de Matriz Africana marcham
contra intolerância neste domingo (25)

A partir das 9h deste domingo (25), adeptos do Candomblé e da Umbanda de Salvador, municípios da Região Metropolitana e Recôncavo sairão do final de linha do Engenho Velho da Federação (Busto Mãe Runhó) em direção ao Dique do Tororó na 8ª Caminhada pela Vida e Liberdade Religiosa, pedindo o fim da intolerância e do desrespeito a ambas religiões e de agressões a seus adeptos.
A Caminhada, que é realizada há oito anos pelo Coletivo de Entidades Negras (CEN) e que esse ano contará com o apoio do Fórum de Religiosos de Matriz Africana (FERMA), integra as comemorações pelo Dia Nacional da Consciência Negra e, de acordo com organizadores, deve reunir em torno de dois mil participantes.

Intolerância - De acordo com o Censo Demográfico divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Candomblé e a Umbanda – religiões de matriz africana – estão na quarta posição entre as mais populares. Na Bahia, 47.069 pessoas são praticantes destas crenças. “Os dados nos contentam, mas estamos assistindo a um recrudescimento da agenda social brasileira a partir da forte reação da direita religiosa representada pelos setores evangélico-pentecostais que, ao disporem de recursos financeiros e espaços nos meios de comunicação, vêm a cada dia, ocupando mais e mais espaços, espalhando o discurso de demonização das religiões de matriz africana, transformando o Brasil num país intolerante à diversidade religiosa, cultural e racial. Vamos às ruas todos os anos para lembrar que sabemos do nosso direito ao culto dos nossos ancestrais e que vamos lutar, marchar e gritar por ele”, afirma Marcos Rezende, coordenador do Coletivo de Entidades Negras.

SERVIÇO:
O quê: 8ª Caminhada pela Vida e Liberdade Religiosa e ato lúdico no Dique do Tororó
Quem: Coletivo de Entidades Negras (CEN) e Fórum de Religiosos de Matriz Africana (FERMA)
Onde: Final de linha do Engenho Velho da Federação (Busto Mãe Runhó) ao Dique do Tororó
Quando: 25 de novembro (domingo), a partir das 9h
Contato/entrevistas:



Marcos Rezende, coordenador do Coletivo de Entidades Negras: (71) 8813-9905/9225-9992/96599093

IMPRESSÕES DE UMA DESCOBERTA.


No dia 02  de novembro,feriado nacional, o que fazer em Salvador??Uma amiga convida a outra a conhecer um museu diferente,um museu a céu aberto,localizado em um bairro tido como perigoso,a  comunidade do Solar (Gamboa)! Lá onde há casinhas lindinhas na costa da cidade em frente ao mar!!!Aqueles que conhecem o bom e antigo jazz do MAM,os frequentadores do museu de arte moderna da Bahia ao irem para o jazz tem visão privilegiada da   comunidade do Solar Mas a   comunidade do Solar traz um outro museu,mais conhecido como Musas(Museu de street arte Salvador))onde no dia 02,




o bom feriado, convocou muitas pessoas para uma mostra de arte,além das já existentes pelas paredes das casas do bairro,a arte em grafite está registrada no caminhar das ruas,desenhos feitos em grafites,feitos por baianos e estrangeiros encheram as ruas do bairro de olhares curiosos,pessoas querendo registrar a interversão artística dos artistas do grafite,se assim se pode dizer.A arteMUSAS como veículo de transformação cultural,transformando um bairro tido como perigoso à artisticamente acessível a diversos olhares.MUSAS.















































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