Posted by : Museu Street Art Salvador domingo, 23 de setembro de 2012

Fim de linha da Massaranduba.


O nosso povo passa fome e eles com o malote, escutando raiz irredutível, no evento do fim de linha de massaranduba  Thais pensou que essa frase era diferente, nosso povo passa fome  e eles comem ”A LOT” ou seja eles comem tudo, eles quem? ,me perguntava eles quem? Já que nessa oração sabíamos bem quem era o povo e quem passava fome, mais quem comi tudo, quando soubermos e dissermos a todos quem come tudo acredito que algo ira acontecer, fim de linha fim do regime, logo contaremos essa historia, um bando de meninos homens dançando e celebrando a vida,  negros na sua maioria, como é comum só se vê na Bahia, só se vê  no brasil, só se vê na Africa, os exemplos de cada um  fazendo seu movimento em prol do que acredita, fortes tipicamente, característica da grande comunidade, bonitos de pele limpa, jovens sadios e com muita energia, lideres no que se propõem a fazer,  lindas por todos os cantos, e como é normal fortes, tremi de medo ao pensar na força que controla todos, que me controla, em quem teria tanta força para manter esse povo forte preso por correntes invisíveis, mais tanto que são fáceis de quebrar, enquanto isso todos tem medo da cidade, todos tem medo e receio da cidade,  no rio vermelho todos tem medo desses mesmos lindos moradores de gueto, na ribeira todos tem medo, eu tenho medo, uma  imposição miserável, que fomos impostos, ter medo, ser covarde, não é bom para ninguém, não vi ninguém com roupa de ladrão não tinha ninguém de terno todo mundo com a roupa da tribo, do grupo, da crew, bermuda camisa cap e chinelo, cabelos  descoloridos,  corrente, sorrisos fáceis mais nem um ladrão de terno, de onde é essa banda, um amigo responde todo  orgulhos essa banda é da minha rua, esses caras são demais, falam contra o que esta errado, e ao escutar a letra me senti mais tranquilo , era um reggae mais podia ser ate pagode, ou um rap, contando que dissesse o que  somos forçados a não acreditar, que falasse a língua de onde estávamos, sem prosopopeias, para aparentar cult, dizer que o menino e a menina são lindos, dizer que eles são fortes, pra levantar a cabeça e dizer de onde vem, com voz alta e olho no olho,  enquanto todo o resto puxa a bolsa quando eles passão, inclusive eu. Que me acho tanto deles. 

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  1. muito legal seu comentário serve como exemplo e estimulo para nós que fazemos e tocamos reggae estamos ai pra fazer a diferença.............abraços sidney batera raiz irredutivel

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